Veja quais são as causas e os sintomas da labirintite

Provavelmente você já ouviu falar do problema, mas nem todo mundo consegue identificar os sintomas da labirintite no dia-a-dia. Esse é o nome mais usado para a doença que afeta a estrutura do labirinto em milhares de pessoas.

Sua ocorrência, normalmente, é maior em pessoas acima de 40 ou 50 anos, que já passaram por maiores alterações metabólicas ou que possuem outras doenças, contribuindo para agravar o quadro.

Sua característica sensação de vertigem pode ser bastante desagradável e perigosa, por isso é muito importante entender melhor o que é a labirintite e como tratá-la.

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O que é labirintite?

É uma doença decorrente de problemas nas estruturas do interior do ouvido, que são responsáveis pela audição (cóclea) e pelo equilíbrio (vestíbulo) e que formam o labirinto.

Quando essas estruturas são afetadas, ocorre um desequilíbrio em suas funções e isso acaba gerando outras reações no corpo. Na realidade, esses distúrbios são chamados de labirintopatias e, a labirintite, é o mais conhecido deles.

Quais as principais causas da labirintite?

Normalmente, o que acontece é a infecção ou a inflamação dessa região, capaz de ocasionar outros sintomas. As otites e os resfriados costumam desencadear o problema, embora existam outros tipos de causas:

  • doenças neurológicas;
  • diabetes e hipertensão;
  • alergias;
  • alterações genéticas;
  • traumas sonoros;
  • compressões mecânicas ou traumatismos na cabeça;
  • uso de medicamentos ototóxicos;
  • estresse e maus hábitos, como o tabagismo ou alcoolismo etc.

Como se pode perceber, tais causas podem ser a porta de entrada para uma complicação no labirinto. Uma rotina estressante ou um “simples” resfriado que não é tratado com atenção são capazes de desenvolver a labirintite, que pode evoluir silenciosamente até gerar uma forte crise.

Quais são os sintomas da labirintite?

Por afetar o labirinto, há uma confusão no envio de sinais nervosos ao cérebro. Como a audição e o equilíbrio são comprometidos, é como se o corpo estivesse em movimento mas os outros sentidos, como a visão, não enviassem os mesmos sinais.

Com isso, a pessoa passa a sentir muita tontura, vertigem, náuseas, zumbidos no ouvido, sudorese, entre outros sinais. Tais sintomas da labirintite contribuem para que o indivíduo se torne mais propenso a quedas e também a dificuldades de audição.

Assim, é necessário ter mais atenção e cuidado com as pessoas que têm labirintite, já que pode ser perigoso deixar que as mesmas andem desacompanhadas ou fiquem em pé por longos períodos.

Como diagnosticar a labirintite?

Ao perceber qualquer sintoma incomum no cotidiano, é fundamental que a pessoa procure um médico para avaliar a situação — de preferência um otorrinolaringologista. Adiar essa medida pode agravar o quadro e comprometer ainda mais a saúde do paciente.

O diagnóstico deve ser feito com cuidado, já que muitos dos sintomas da labirintite são comuns também a outras doenças. Por isso, o especialista deve ir além de simples perguntas, realizando exames físicos e neurológicos.

Assim como o exame de audição, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética podem ser muito úteis para detectar o problema. O profissional deve avaliar ainda as suspeitas das causas da labirintite, já que cada causa pode requerer um tratamento específico.

Como tratar a labirintite?

Há casos em que a labirintite desaparece com o passar dos dias, ao mesmo tempo em que, em algumas pessoas, os sintomas não são amenizados. De qualquer forma, a orientação de um médico é essencial para tratá-la.

Por exemplo, se a razão for uma infecção bacteriana, provavelmente o paciente será medicado com um antibiótico para curar o quadro infeccioso e combater os incômodos. Remédios para enjoo e vertigem também podem ser prescritos, dependendo da avaliação do especialista.

Às vezes, o que precisa ser avaliada é a condição emocional e neurológica da pessoa, situação na qual o auxílio de um psiquiatra pode ser indicado para oferecer soluções mais adequadas. Tratar os sintomas mas não combater a causa – que pode ser o estresse, a ansiedade ou a depressão – tende a ser em vão.

Outro tipo de tratamento complementar que pode ser recomendado é a fisioterapia, principalmente para quem teve o poder de equilíbrio muito comprometido. As sessões irão ajudar a devolver a mobilidade e o bem-estar ao paciente.

É possível evitar o problema?

Ainda que a labirintite possa decorrer de outras doenças e disfunções do organismo, algumas medidas podem ser adotadas no dia-a-dia para evitar que problemas como esse surjam.

Adotar um estilo de vida mais saudável

Além de favorecer o corpo de forma geral, levar uma vida mais saudável contribui para a produção de hormônios que garantem o bem-estar das pessoas. Assim, fica mais fácil afastar os problemas emocionais e psicológicos que podem causar a labirintite.

Investir na qualidade de vida quer dizer cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos com frequência, estimular o convívio social e dedicar um tempo a si mesmo com atividades prazerosas. Ou seja, mesmo com a rotina corrida é importante nunca deixar de lado a sua saúde e a sua felicidade.

Evitar excessos

Evitar alguns exageros também contribui para manter uma vida mais saudável e ajuda a prevenir certos problemas e doenças. Nenhum excesso faz bem, especialmente quando falamos de substâncias que podem ser nocivas para o organismo, como o açúcar, o café, o álcool, o tabaco e outras drogas. Outro ponto a ser considerado é o uso indevido de medicamentos, que também podem acabar contribuindo para o surgimento da labirintite.

Alimentar-se bem e regularmente

Um erro comum de muitas pessoas é achar que os alimentos servem apenas para matar a fome. Na verdade, eles contêm nutrientes com funções específicas para cada parte do corpo e, por isso, é preciso redobrar a atenção com a alimentação.

Dois hábitos que ajudam a prevenir as crises de labirintite são manter o corpo bem hidratado, ingerindo água ao longo de todo o dia, e evitar longos intervalos sem comer, fazendo de preferência, uma refeição a cada 3 horas.

Mantenha os exames em dia

Por fim, o que ajuda bastante na prevenção de alguns males é manter um acompanhamento periódico com profissionais que cuidem da sua saúde. Por isso é recomendável fazer um check-up pelo menos uma vez ao ano.

Por exemplo, é importante controlar os níveis de colesterol, glicemia e triglicérides. Muitas pessoas que negligenciam esses cuidados acabam se deparando com um quadro preocupante mais à frente, inclusive com problemas no labirinto e no coração.

Portanto, procure evitar diagnósticos tardios e invista sempre na prevenção. E mesmo que a labirintite já seja uma realidade em sua vida, essas medidas certamente vão contribuir para que os sintomas não piorem e para melhorar sua qualidade de vida!

E então, conseguiu entender melhor quais os sintomas da labirintite e a importância de tratá-la? Para continuar tendo acesso a essas e a outras informações, assine a nossa newsletter!

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Sobre Blog BEM SAUDÁVEL

Este blog é uma iniciativa da Unimed Belém e, o seu conteúdo, é voltado para orientar e inspirar pessoas que buscam uma vida mais saudável, feliz e equilibrada.

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