Pré-natal: saiba como é feito e quais são as vantagens

Quem já é mãe ou pretende ser um dia sabe que fazer o pré-natal é indispensável para preservar a saúde da gestante e do bebê. Afinal de contas, não há nada mais importante nessa fase, não é mesmo?

Manter uma gravidez tranquila é essencial para que o parto também ocorra da melhor maneira possível, assim como para que o desenvolvimento da criança seja saudável e feliz. Por isso, é bom buscar informações para se sentir mais preparada para essa nova etapa.

Então, confira a seguir as principais questões a respeito do pré-natal e entenda melhor o assunto!


O que é o pré-natal?

O pré-natal é o programa de acompanhamento médico de uma gravidez, realizado com o intuito de cuidar da saúde da mãe e do bebê, evitando doenças e complicações comuns nessa fase.

Por meio dele, a gravidez é assistida por uma equipe de saúde, composta por pelo menos um médico obstetra e enfermeiro, para que eles tirem todas as dúvidas e forneçam as melhores orientações desde a concepção da criança até o pós-parto ou puerpério (o período de 45 dias depois do nascimento).

Por isso, é importante que a mulher esteja sempre amparada, para que lide bem com as mudanças do seu corpo e se prepare tanto para o parto como para a chegada do recém-nascido.

Quais são as principais vantagens de realizá-lo?

A principal vantagem de fazer o pré-natal é, sem dúvidas, preservar a saúde da grávida e do bebê. Conhecer o histórico médico da mãe, realizar exames e acompanhar de perto a evolução da gravidez facilita a prevenção de alguns problemas.

A pré-eclâmpsia, por exemplo, é uma disfunção dos vasos sanguíneos, que acomete muitas gestantes e coloca em risco tanto a sua vida como a que ela carrega. Outras doenças podem ser prevenidas com a vacinação, sendo crucial a orientação de um médico, já que existem algumas restrições importantes.

Há ainda o fato de que o suporte de um profissional especializado é essencial para transmitir segurança e tranquilidade para a mulher gerar um filho, o que faz toda a diferença também no momento do parto.

Diante disso, é fundamental que a relação médico-paciente seja a melhor possível, para que a confiança estabelecida seja mais uma forma de apoio e motivação para a mãe nessa fase especial de sua vida.

Como funciona sua rotina?

É claro que cada médico e cada gestação pode exigir cuidados diferentes, o que torna cada caso único. O Ministério da Saúde, por exemplo, indica que um bom pré-natal deve contar com pelo menos seis consultas médicas.

Mas, de maneira geral, a rotina de um pré-natal requer consultas regulares para avaliar a evolução da gravidez. Esse é o momento de realizar procedimentos básicos, como aferir a pressão arterial, conferir os batimentos cardíacos, as condições do útero e o ganho de peso do bebê.

É também a oportunidade mais propícia para que a futura mãe tire todas as suas dúvidas sobre o assunto e se tranquilize com a gestação. Quando ela não tem esse apoio, pode acabar cometendo deslizes como a automedicação, que é bastante perigosa.

A rotina do pré-natal envolve também a realização de uma série de exames, alguns obrigatórios e outros complementares. Entre os obrigatórios estão:

  • hemograma completo — para analisar a composição do sangue e tratar possíveis anemias, por exemplo;
  • glicemia em jejum — para avaliar a possibilidade de diabetes gestacional;
  • tipagem sanguínea e fator Rh — para prevenir a eritroblastose fetal;
  • sorologia para HIV, VDRL, rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose e hepatite B — para prevenir complicações dessas doenças;
  • exames de fezes e urina — identificando infecções e verminoses.

A ultrassonografia é outro exame extremamente importante para avaliar as condições gestacionais e, geralmente, são pedidos cerca de quatro deles durante a gravidez — embora nada impeça que seja realizado mais vezes.

O primeiro deve ser feito logo após a descoberta da gravidez, para fazer uma avaliação geral da situação, verificar se há mais de um feto, calcular sua idade gestacional, entre outros detalhes.

Depois, com aproximadamente três meses (entre 11 e 14 semanas) a mulher faz um ultrassom morfológico que tem como objetivo verificar o desenvolvimento da criança (seus membros, órgãos, etc.).

O terceiro exame deve ser feito entre 20 e 24 semanas para analisar novamente a morfologia do bebê, identificando possíveis malformações. Então, a quarta ultrassonografia é realizada depois de 30 semanas, inclusive para iniciar a preparação do parto.

Esse tipo de exame também costuma indicar o sexo da criança, ainda que essa informação possa demorar a aparecer de acordo com cada caso. Por isso, alguns pais optam pelo exame de sexagem fetal, que entra na lista dos complementares.

Enfim, a rotina do pré-natal se dá dessa maneira, com visitas periódicas ao médico para que sejam avaliados todos os aspectos relevantes de forma a garantir uma gestação saudável.

Vale a pena investir em um plano de saúde?

Essa é uma dúvida que passa pela cabeça de muitas mães e famílias que estão se preparando para a chegada de um filho. De fato, é importante que haja um planejamento para que o despreparo não acabe prejudicando esse momento especial.

O SUS (Sistema Único de Saúde), que é o sistema público de saúde no Brasil, oferece tanto o atendimento do pré-natal como o parto. Apesar da ausência de custos, o problema é que infelizmente nem sempre dá para contar com a eficiência e a disponibilidade de médicos para isso.

Ao mesmo tempo, é preciso estar bem preparado financeiramente para ter um bebê, custeando todos os serviços de forma particular, ou seja, pagando por todos eles. As despesas incluem consultas do pré-natal, exames, hospital, entre outros — sem falar no parto que custa, em média, cerca de 15 mil reais.

Por isso, contar com um plano de saúde é uma grande vantagem e, fazendo um bom plano, a gestante poderá seguir com o seu médico desde o começo da gestação até o parto.

Há ainda o benefício do conforto de marcar exames e consultas em horários mais convenientes, além de poder recorrer a outros profissionais quando for necessário — inclusive no acompanhamento do recém-nascido com um pediatra.

Tudo isso acaba evitando imprevistos financeiros, além de preocupações que sejam prejudiciais para a saúde da mãe e da criança. Diante dessa realidade, o ideal é que a paciente procure se informar bem antes de tomar a sua decisão.

Na hora de fazer um plano de saúde, por exemplo, pesquisar sobre os prazos de carência é essencial para que ela possa se programar da melhor maneira, sem passar por nenhuma situação desagradável.

E então, gostou de saber mais sobre a rotina e as vantagens do pré-natal? Para continuar acompanhando outras dicas e informações, assine já a nossa newsletter!

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Sobre Blog BEM SAUDÁVEL

Este blog é uma iniciativa da Unimed Belém e, o seu conteúdo, é voltado para orientar e inspirar pessoas que buscam uma vida mais saudável, feliz e equilibrada.

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