Obesidade: saiba tudo sobre essa doença

Nos últimos anos, o mundo vem mudando de forma significativa. Estamos cada vez mais sem tempo e o processo de industrialização global é cada vez mais forte. Com essas mudanças, nossos hábitos também foram alterados: ficamos mais sedentários, estamos cada vez mais estressados, dormindo menos e recorrendo a lanches rápidos para matar a fome.

O sedentarismo, aliado a uma dieta rica em carboidratos e gorduras saturadas, tem causado uma pandemia de obesidade. No Brasil, já estamos vivendo um sinal claro de uma epidemia: entre 2006 e 2016, o índice de brasileiros com essa doença subiu de 11,8% para 18,9%. Já o índice de sobrepeso é alarmante, passou de 42,6% para 53,8%.

Engana-se quem pensa que a obesidade e o sobrepeso causam somente problemas estéticos. A obesidade é intimamente ligada à diabetes e à hipertensão, tanto que, paralelamente, os índices dessas doenças cresceram de 5,5% para 8,9% e de 22,5% para 25,7, respectivamente.

Por isso, a necessidade de prevenção e de combate dessa questão de saúde pública é clara e, se você quer saber mais sobre essa doença, confira o nosso post de hoje.

O que é a obesidade?

O nosso corpo possui um conjunto de mecanismos que funcionam para a sua automanutenção. Isso quer dizer que, de maneira geral, as células, tecidos e órgãos trabalham, em conjunto, para que nosso organismo se mantenha ativo.

Para que todo esse sistema possa funcionar, precisamos de energia, que é produzida por meio dos macronutrientes obtidos pela alimentação:

  • carboidratos
  • proteínas
  • gorduras

Quando essas substâncias são fornecidas em uma quantidade maior do que a necessidade do nosso metabolismo, o corpo acumula o excedente em forma de gordura. 

Esse acúmulo de tecido adiposo — que é aquele especializado no armazenamento de gorduras —, do ponto de vista evolutivo, acontece para o fornecimento energético em tempos de escassez alimentar, para a proteção térmica, proteção dos órgãos, etc.

Porém, as nossas necessidades de gordura são limitadas e, caso esta se acumule em nosso corpo de forma excessiva, isso passa a ser prejudicial à nossa saúde.

À medida que a pessoa atinge a obesidade, o tecido adiposo entra em um estado inflamatório imperceptível para a pessoa, mas muito perigoso para o corpo.

Nesse ponto, é necessário tratamento com uma equipe multiprofissional para curar a obesidade, uma vez que ela é uma doença crônica de difícil controle.

Além disso, durante esse processo inflamatório da obesidade, todo o metabolismo se desregula. Por exemplo, o corpo fica resistente à insulina — hormônio que transporta o açúcar para dentro célula —  e, com isso, o obeso desenvolve um estado de diabetes. Por isso, o emagrecimento pode ajudar o corpo a se recuperar e haverá uma regressão da diabetes.

Quais são as principais causas da doença?

Como dito, o acúmulo de gordura acontece quando fornecemos ao nosso corpo, por meio da alimentação, mais do que ele precisa para realizar todas as atividades diárias. Ou seja, a ingestão calórica é superior à energia que o organismo consome, e o corpo reserva o excedente em forma de tecido adiposo.

Com isso, é comum ouvirmos que as causas da obesidade são a má alimentação e o sedentarismo e, então, os indivíduos obesos só precisariam ter força de vontade, comerem menos e se exercitarem mais. Mas será que isso é verdade?

Por mais que o consumo excessivo de calorias seja responsável pelo acúmulo de gordura, não devemos tratar uma doença crônica de forma simplista. Se fizermos isso, estaremos esquecendo que o organismo é um conjunto de sistemas complexos, capaz de ser afetado por diversas variáveis.

A obesidade é considerada uma doença multifatorial, isso significa que uma soma de fatores favorece o seu desenvolvimento e manutenção. Alguns exemplos são:

Má alimentação e sedentarismo

O excedente de calorias é o maior responsável pela obesidade e, com isso, é fácil entender que quando comemos mais do que nossa necessidade energética, engordamos. Entretanto, além da quantidade do que comemos, um fator importante é a qualidade.

Nem todas as calorias são iguais, cada alimento desencadeia uma reação diferente em nosso organismo. Por isso, ingerir 90 calorias vindas de um brigadeiro não é a mesma coisa do que ingerir as mesmas 90 calorias comendo uma maçã.

Uma alimentação rica em açúcares, produtos refinados e altamente industrializados é uma das grandes causas da obesidade. Além de serem pobres em nutrientes, esses alimentos podem desencadear reações hormonais que causam a sensação de fome. Isso gera, inclusive, crises de compulsão alimentar.

E, associado a uma alimentação cada vez mais pobre em nutrientes e rica em açúcar, temos o sedentarismo, que faz com que o gasto calórico seja reduzido, facilitando, ainda mais, o acúmulo de gordura.

Predisposição genética

Hoje em dia, já descobrimos que a obesidade não é somente uma questão ambiental, mas também genética.

Há pessoas que têm um metabolismo mais lento, uma menor quantidade de tecido muscular e tendência ao acúmulo de energia no tecido adiposo. Tudo isso está ligado aos genes que regulam as nossas atividades corporais.

Dessa forma, alguns genes podem incentivar a manutenção do peso e da gordura corporal ao influenciarem sinais nervosos, neurotransmissores e outros. São eles:

  • ADRB3: gene responsável por regular a lipólise — degradação de lipídios — e a termogênese, capacidade de regular a temperatura do corpo que está associada ao metabolismo;
  • APOA5: que influencia os níveis de triglicerídeos e, dessa forma, tem efeito nas reservas energéticas do corpo;
  • FTO: capaz de regular a ingestão alimentar e a queima calórica.

Outros genes também influenciam na obesidade e, em geral, estão associados aos mecanismos de controle do metabolismo em repouso, regulação do apetite, efeitos das atividades físicas e utilização dos nutrientes pelo organismo.

Fatores psicológicos

Depressão, ansiedade, estresse, questões relacionadas à autoestima e outros fatores de ordem psíquica podem ser associados à obesidade. Essas condições são capazes de influenciar o comportamento das pessoas, gerando uma relação não saudável com a comida e, muitas vezes, favorecendo um comportamento sedentário.

Com a redução da produção de serotonina e noradrenalina, geralmente causada por essas questões psicológicas, também surge uma necessidade de ingestão de carboidratos como doces, pães e massas.

Ou seja, o indivíduo come para que produza substâncias relacionadas ao bem-estar e ao humor que estão em falta no seu corpo, ocasionando episódios de compulsão alimentar.

Além disso, também pode acontecer o aumento da produção de cortisol, promovendo o armazenamento de células de gordura no corpo e o mau funcionamento de neurotransmissores e receptores, prejudicando o funcionamento normal do organismo.

Resistência à Insulina

A insulina é um hormônio responsável por regular o metabolismo de glicose pelos tecidos do corpo, permitindo que o açúcar que estava no sangue seja transportado para dentro das células e que seja utilizado para obtenção de energia.

Quando um indivíduo apresenta resistência à insulina, suas células têm dificuldade de reconhecer esse hormônio. Dessa forma, o pâncreas entende que precisa produzir cada vez mais insulina para que a glicose seja transportada para o interior celular.

A produção cada vez maior de insulina faz com que uma enzima denominada lipolipase estimule o armazenamento de gordura e bloqueie a queima da mesma. Dessa forma, um desequilíbrio hormonal estimula a produção de tecidos adiposos; o que promove o aumento de peso e a obesidade. O grande problema é que isso é um círculo vicioso: quanto mais obesa a pessoa fica, maior é a sua resistência à insulina. E, assim, o ciclo se perpetua.

Resistência à leptina

A leptina, assim como a insulina, é um hormônio que ajuda na regulação do metabolismo. Produzida pelas células de gordura, ela atua no hipotálamo, enviando a mensagem de que o estoque de energia é suficiente e reduzindo, assim, a sensação de fome.

Além disso, esse hormônio envia sinais de que o gasto energético pode ser mantido de forma normal ou ser, até mesmo, aumentado.

Quando existe a resistência a esse hormônio, o indivíduo terá a percepção desses sinais prejudicados e, então, estará sujeito a uma maior sensação de fome e à redução do gasto calórico.

Quais são os fatores de risco associados à obesidade?

A obesidade já é considerada uma epidemia global do século XXI, não só pelo número crescente de obesos, mas também por estar associada a aproximadamente outras 60 questões de saúde.

Uma pessoa obesa está mais propensa a desenvolver problemas nos sistemas circulatório, respiratório e digestivo, além de outras complicações metabólicas. Entre as doenças mais comumente relacionadas ao excesso de gordura no corpo, temos:

Diabetes

A Diabetes é uma alteração metabólica que prejudica a forma como o corpo metaboliza o açúcar. Como explicamos anteriormente, a obesidade causa um estado inflamatório que aumenta a resistência à insulina: com isso, os mesmos níveis de insulina não são capazes de transportar o açúcar para dentro das células. Isso aumenta o açúcar disponível no sangue. Se tratada a tempo, essa condição é reversível.

Porém, se a obesidade persiste, as células do pâncreas começam a produzir muita insulina para tentar regular a glicose sanguínea. Com o passar do tempo, elas podem entrar em falência e parar de produzir insulina. Assim, se desenvolve a diabetes mellitus tipo 1, na qual o indivíduo precisa de doses diárias de insulina.

A Associação Internacional de Diabetes apontava, em 2013, que cerca de 80% dos brasileiros que tinham diabetes também estavam acima do peso ou obesos.

Hipertensão

A hipertensão arterial acontece quando a pressão se encontra, sistematicamente, maior do que 14 por 9 e acontece quando há contração dos vasos sanguíneos, podendo atacar o coração, os rins e até mesmo o cérebro.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres que sofrem de hipertensão apresentam, também, sobrepeso ou obesidade.

Doenças cardiovasculares em geral

A obesidade é fator de risco para muitas doenças cardiovasculares como infarto, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, angina, entre outras.

Como identificar a obesidade?

IMC

O mecanismo mais utilizado para a identificação da obesidade é o Índice de Massa Corpórea (IMC). Adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), esse índice é conseguido com a divisão do peso corporal dada em quilogramas, pela altura dada em metros.

O valor obtido deve ser comparado a valores de referência:

  • Menor de 18,5: abaixo do peso.
  • Entre 18,6 e 24,9: peso normal.
  • Entre 25 e 29,9: sobrepeso.
  • Entre 30 e 34,4: obesidade grau I.
  • Entre 35 e 39,9: obesidade grau II.
  • ​Acima de 40: obesidade grau III.

Uma pessoa com 1,70m de altura, por exemplo, com 110kg de massa corpórea, seria considerada obesa grau II de acordo com o cálculo de IMC realizado pela seguinte fórmula:

IMC = Massa Corpórea / Altura²

Assim:

IMC = 110 / (1,70 x 1,70) ≈ 38,1.

Apesar de ser o método mais utilizado para a identificação da obesidade, o IMC possui algumas limitações. Uma delas é o fato de ignorar a diferença de densidade entre massa muscular e gordura.

Os músculos são mais densos, o que significa que, para um mesmo volume, apresentam um peso maior do que o tecido gorduroso. Ou seja, pessoas musculosas tendem a pesar mais, mesmo com um baixo percentual de gordura, e podem apresentar um IMC alto quando possuem, na verdade, uma boa composição corporal e um corpo saudável.

Análise da composição corporal

Diferentemente do IMC, essa análise é capaz de fornecer dados sobre o percentual de gordura do nosso organismo e diferenciar pessoas de mesmo peso e mesma altura quanto à qualidade da sua composição corporal.

A maneira mais comum de fazer este tipo de avaliação é com a ajuda de um adipômetro, equipamento que mede a espessura do tecido adiposo.

Esse método utiliza as medidas das dobras cutâneas para estimar a quantidade de gordura presente no corpo e, assim, determinar fatores como sobrepeso e obesidade.

Existem, ainda, outras maneiras de avaliar a composição corporal. Uma delas é com a ajuda de uma balança de bioimpedância que, por meio de impulsos elétricos de baixa intensidade, avalia a densidade corpórea e, também, provê dados sobre a quantidade de água e sais minerais.

O percentual de gordura ideal para cada pessoa varia de acordo com o sexo e, também, com a idade. Para indivíduos adultos, por exemplo, temos:

  • Homens:
    • 21 a 30 anos: 14 a 18%.
    • 31 a 40 anos: 15 a 19%.
    • 41 a 50 anos: 16 a 20%.
  • Mulheres:
    • 21 a 30 anos: 19 a 23%.
    • 31 a 40 anos: 20 a 24%.
    • 41 a 50 anos: 21 a 25%.

Circunferência abdominal

A primeira camada de gordura após a pele, a gordura superficial, é denominada gordura subcutânea. Já a camada mais profunda, localizada na região abdominal e que recobre os órgãos ali presentes, é conhecida como gordura visceral e apresenta diversos riscos para a saúde.

Nesse tipo de avaliação, é possível aferir melhor a quantidade dessa gordura visceral e, portanto, estimar de forma mais precisa a gravidade do acúmulo de tecido adiposo de cada pessoa.

De acordo com as diretrizes brasileiras da obesidade, o risco de complicações metabólicas é aumentado quando a circunferência abdominal é superior a 94 cm para homens e 80 cm para mulheres. Isso é considerado ainda mais grave quando essas medidas são superiores a 102 cm para homens e 88 cm para mulheres.

Como tratar a obesidade?

A obesidade pode ser tratada de diversas maneiras e a melhor abordagem vai variar de acordo com o grau de obesidade de cada pessoa e de suas limitações físicas e de saúde.

Em geral, o tratamento mais comum é feito com o controle da ingestão de calorias e a prática de atividades físicas, mas também pode ser feito por meio de procedimentos de intervenção cirúrgica e com a ajuda de medicamentos.

Reeducação Alimentar

A reeducação alimentar é, sem dúvidas, uma das maneiras mais saudáveis de reverter o quadro de obesidade. É preciso mudar a forma como entendemos a alimentação e passar a ver a comida como fonte de nutrientes e como forma de manutenção da nossa saúde, e não apenas fonte de prazer.

Quando reaprendemos a comer, fazemos escolhas melhores para o nosso organismo e, assim, promovemos o melhor funcionamento do mesmo. Para indivíduos obesos, essa reeducação deve acontecer de forma a modificar a quantidade de calorias ingeridas para que se tenha um saldo calórico negativo e se garanta a qualidade nutricional da dieta.

É importante substituir uma alimentação rica em açúcar, gorduras e industrializados por uma alimentação mais natural, rica em vegetais e que contenha quantidades balanceadas de carboidratos, gorduras saudáveis e proteínas.

Durante o processo de reeducação alimentar, é preciso planejamento e persistência. Planejar as refeições com antecedência, ter sempre opções de comidas saudáveis em casa, pensar nos locais onde vai se alimentar durante o dia, entre outros cuidados, são essenciais para que o emagrecimento possa acontecer de forma gradual, porém duradoura.

É de extrema importância que essa reeducação seja feita com o acompanhamento de um nutricionista. Ele é o único profissional que pode prescrever planos alimentares com quantidades e horários preestabelecidos.

O plano do nutricionista é adequado e adaptado de acordo com as suas características únicas: seu peso, sua idade, sua rotina e seu objetivo.

E, por isso, garante que o seu emagrecimento aconteça de forma saudável, sem prejudicar a qualidade nutricional do seu corpo.

Prática de atividades físicas

Quando nos exercitamos, precisamos utilizar mais energia do que quando estamos em repouso e, com isso, a prática de atividades físicas, aliada a uma boa alimentação, promove o aumento do déficit calórico.

Os exercícios aeróbicos e anaeróbicos são indicados para a perda de peso. No caso dos aeróbicos, como caminhada, corrida e natação, o corpo utiliza da gordura para obtenção de energia durante os exercícios.

Já no caso das atividades anaeróbicas como musculação, existe o aumento do metabolismo basal – metabolismo em repouso –  favorecendo o gasto calórico durante todo o dia.

E os benefícios de movimentar o corpo não param por aí. Durante as atividades físicas existe a liberação de substâncias que controlam o humor e a sensação de bem-estar e estão associadas ao controle de crises de compulsão alimentar.

É importante ressaltar que as atividades físicas exigem muito do corpo e, por isso, sempre devem ser feitas com cuidado e auxílio profissional.

Também devem ser realizadas avaliações físicas para verificar se os sistemas respiratório e circulatório, por exemplo, estão prontos para realizar esforços.

Intervenções medicamentosas

Em casos mais graves de obesidade ou em casos em que ela está associada a fatores que impedem o controle alimentar, pode ser indicado o tratamento com auxílio de medicamentos.

Na maioria dos casos, os medicamentos atuam reduzindo a sensação de fome ou aumentando a sensação de saciedade e devem ser associados à reeducação alimentar e à prática de atividades físicas.

Os medicamentos mais utilizados são a Sibutramina, o Orlistate e a Liraglutida. Todos eles apresentam efeitos colaterais consideráveis como:

  • náusea
  • dor de cabeça
  • diarreia
  • taquicardia

Também é possível a introdução de medicamentos que controlam a ansiedade, diminuindo o hábito de comer sem fome ou comer a todo instante, também conhecido como “beliscar”.

E atenção: qualquer medicamento para emagrecer só deve ser tomado em casos de real necessidade e com estrita prescrição médica.

Intervenção cirúrgica

As cirurgias são indicadas para pacientes com grau severo de obesidade, geralmente com IMC acima de 40 ou acima de 35, mas com a presença de outras doenças associadas ao excesso de peso.

Atualmente, uma das cirurgias mais comuns é a bariátrica, que pode ser feita de duas maneiras distintas:

  • Restritiva: há a redução do tamanho do estômago e o emagrecimento se dá pela diminuição drástica da ingestão calórica.
  • Mista: a redução é acompanhada, também, do desvio do trânsito intestinal e o emagrecimento acontece não só pela diminuição da quantidade de alimento ingerido, mas também pela diminuição da absorção dos alimentos.

Os pacientes bariátricos também devem ser acompanhados por nutricionistas após a cirurgia, para evitar que a baixa absorção de nutrientes e a pouca alimentação acarretem em doenças como anemia e desnutrição.

Em algumas situações em que a perda de peso é muito grande, pode ser necessária, também, a realização de cirurgias plásticas para a retirada do excesso de pele.

Tanto para os casos de medicação quanto para os casos de cirurgia, a reeducação alimentar e a prática de atividade física devem estar presentes. Esses métodos não substituem os bons hábitos, apenas facilitam a perda de peso em casos de obesidade com grau elevado ou de grande dificuldade de obtenção de resultados.

Como se prevenir?

Na grande maioria dos casos, a obesidade é uma doença evitável e atitudes simples do dia a dia são capazes de manter o nosso corpo com uma boa composição corporal. Por exemplo:

  • alimentar-se de forma saudável.
  • realizar 30 minutos de atividades físicas diárias.
  • hidratar-se.
  • dormir bem.
  • cuidar da saúde emocional.

Em casos de indivíduos com resistência à insulina, leptina, diabetes e outras doenças associadas à obesidade, é importante o acompanhamento médico para saber como minimizar os efeitos dessas condições clínicas, evitando o acúmulo excessivo de gordura.

É importante entendermos que a obesidade não é apenas uma questão de escolha, e sim uma doença.

Ela está correlacionada a outras várias complicações de saúde e, portanto, possui tratamento e, melhor ainda, pode ser prevenida.

Reverter um quadro dessa doença crônica pode não ser fácil e exigir disciplina e ajuda profissional mas, com determinação e atitudes corretas, é possível!

Esperamos ter englobado todas as informações importantes para que você entenda a obesidade, suas causas, consequências e tratamentos.

Se você gostou e tem interesse por assuntos relacionados ao combate à obesidade e ao alcance da saúde e do bem-estar, assine a nossa newsletter e fique por dentro de todas as novidades!

Powered by Rock Convert

Sobre Blog BEM SAUDÁVEL

Este blog é uma iniciativa da Unimed Belém e, o seu conteúdo, é voltado para orientar e inspirar pessoas que buscam uma vida mais saudável, feliz e equilibrada.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *