Guia Básico sobre o Câncer de Mama: sintomas, tratamentos e prevenção

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer que mais acomete as mulheres brasileiras, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. De acordo com dados do INCA, o Instituto Nacional do Câncer, estima-se que surjam, em média, 57 mil novos casos de câncer de mama no Brasil a cada ano.

Mesmo diante desses números, o mais importante é entender que é possível prevenir, realizar o diagnóstico precoce, tratar e vencer essa doença.

Pensando nisso, criamos o Guia Básico sobre o câncer de mama, com o objetivo de esclarecer todas as suas dúvidas e ajudá-la a compreender melhor o seu corpo e a sua saúde. Continue a leitura e previna-se!

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1. O que é câncer de mama?

O câncer de mama é um tipo de tumor maligno que se manifesta nas glândulas das mamas. A doença atinge principalmente as mulheres, e também pode ser desenvolvida em homens, porém são casos mais raros.

Assim como os demais tipos de câncer, ele é caracterizado pelo crescimento desordenado e rápido das células. Quando o tumor não é precocemente detectado, pode espalhar-se, chegando às axilas e até mesmo aos outros órgãos do corpo, o que chamamos de metástases.

Fatores como histórico familiar, idade avançada, exposição a hormônios femininos,  obesidade ou portar os genes BRCA1 e BRCA2 podem ser considerados de risco para o câncer de mama, mas é preciso esclarecer que existem casos de mulheres que desenvolvem a doença mesmo sem fazer parte desse grupo de risco.

O câncer de mama, dependendo do seu estágio, pode ter cura. Quanto mais precocemente a doença é diagnosticada, maior é a chance de o tratamento ser bem-sucedido. Para que possa haver um melhor entendimento sobre o estágio do câncer de mama e para que o melhor tratamento seja traçado, os médicos classificam a doença em 5 diferentes estágios:

  • Estágio 0: fase na qual o tumor está localizado e restrito ao local onde começou.
  • Estágio 1: fase na qual o tumor invade a região local, mas ainda possui no máximo 2cm.
  • Estágio 2: fase na qual o tumor possui entre 2cm e 5cm e invadiu a região local. Podem haver também pequenos nódulos nas axilas.
  • Estágio 3: fase na qual o tumor já possui mais de 5cm e existem linfonodos comprometidos nas axilas.
  • Estágio 4: fase na qual já existe metástase para outras partes do corpo, como ossos, pulmão e fígado.

2. Quais são os sintomas do câncer de mama?

Inicialmente, o câncer de mama pode ser assintomático, ou seja, pode não apresentar sinais ou sintomas. O fato de essa doença ser pouco sintomática no começo reforça a importância do acompanhamento e dos exames de rotina.

Geralmente, o primeiro sintoma percebido é um pequeno nódulo endurecido na mama, que pode não causar dor. Outras alterações também podem surgir, como aumento ou deformidade da mama, endurecimento da área, presença de secreção pelo mamilo, vermelhidão e dor.

Vale lembrar que nem toda massa que surge nas mamas é, necessariamente, câncer. O diagnóstico necessita de confirmação através de exames, como ultrassonografia e uma biópsia da lesão. Ainda assim, é fundamental procurar um médico especialista ao apresentar qualquer tipo de sintoma ou alteração e fazer consultas regulares.

3. Câncer de mama em homens: isso pode acontecer?

Embora seja raro, existem, sim, casos de câncer de mama em homens já diagnosticados. Estima-se que a cada 100 diagnosticados com a doença, apenas um seja homem, ou seja, apenas 1% dos casos.

Por outro lado, os índices de cura e sobrevivência são menores para os homens em relação às mulheres, e isso nada tem a ver com a agressividade ou forma diferenciada como a doença manifesta-se nos homens.

Como já sabemos, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores são as chances de cura. É nesse ponto que ocorre a diferença entre homens e mulheres. Devido à falta de informação, muitos homens ignoram os sintomas do câncer de mama e acabam negligenciando a doença.

Fatores de risco para o câncer de mama masculino

Qualquer homem pode desenvolver um tumor maligno nas mamas, mas existe um grupo que apresenta maior risco:

  • homens com mais de 60 anos de idade estão mais propensos a desenvolverem a doença;
  • homens que têm histórico familiar da doença, principalmente em parentes próximos, como mãe, irmã e pai;
  • homens que possuem alto nível natural de estrogênio, um hormônio que está mais presente no organismo das mulheres;
  • homens que tenham sido diagnosticados com câncer de próstata.

Sintomas do câncer de mama masculino

Os sintomas do câncer de mama masculino são similares aos sintomas que surgem nas mulheres.

Podem ser observados nódulos nas mamas, retração do mamilo, pele enrugada, vermelhidão, dor e secreção nos mamilos, muitas vezes acompanhada de sangue. É importante que o homem procure um médico, caso perceba qualquer alteração nas mamas, mesmo que o sintoma não se encaixe aos que foram citados acima.

Tratamento para os homens

A escolha do tratamento dependerá muito mais do estágio da doença e das características pessoais do paciente do que de seu sexo. Portanto, o tratamento do câncer de mama em um homem também pode envolver procedimento cirúrgico para a retirada do tumor, quimioterapia e radioterapia, como nas mulheres.

4. Câncer de mama em mulheres: a prevenção é o melhor remédio

A prevenção sempre é o melhor remédio. Para isso, primeiramente é preciso compreender algumas das causas do câncer de mama.

Apesar de o fator genético e hereditário ser determinante em alguns casos, existem fatores de risco externos que são evitáveis, como o sedentarismo e a má alimentação, por exemplo.

Segundo o INCA, 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com hábitos saudáveis. Pensando nisso, criamos uma lista com sete dicas simples e valiosas que podem ajudar na prevenção não só do câncer de mama, mas também de diversas outras doenças. Confira!

7 formas simples de prevenir o câncer de mama

Pratique atividades físicas regularmente

Sem dúvidas, o sedentarismo é um dos grandes vilões da saúde e da qualidade de vida. Ele é considerado um fator de risco para diversas doenças crônicas, assim como o câncer, além de favorecer o desenvolvimento da obesidade, que é outro fator desencadeador de doenças.

Praticar atividades físicas diariamente, por pelo menos 30 minutos, é uma forma simples e eficaz de prevenir doenças, inclusive o câncer de mama. Se você possui hábitos sedentários há muitos anos, poderá começar as atividades aos poucos.

Converse com o seu médico e escolha uma atividade que melhor atenda às suas necessidades e preferências. Atividades comuns, como caminhar pelo bairro, levar o cachorro para passear, substituir o elevador pela escada ou adotar a bicicleta como meio de locomoção, são excelentes formas de espantar o sedentarismo e conquistar mais qualidade de vida.

Mantenha uma alimentação saudável

Infelizmente, muitas pessoas ainda não têm consciência sobre a importância de adotar hábitos saudáveis de alimentação e acabam optando pela praticidade dos alimentos processados e industrializados, favorecendo o ganho contínuo e demasiado de peso.

Obesidade e má alimentação também são agentes causadores de doenças, inclusive do câncer. Portanto, se você deseja manter uma vida saudável, é preciso rever os seus conceitos sobre alimentação. Algumas pequenas mudanças no cardápio do dia a dia podem fazer grandes diferenças. Confira algumas dicas:

  • inclua frutas, verduras, legumes e vegetais ao seu cardápio diário;
  • dê preferência aos produtos orgânicos, naturais e integrais, que tenham passado pelo menor número possível de processamentos industriais;
  • evite alimentos ricos em açúcares, gorduras trans e corantes artificiais;
  • reduza o seu consumo de sal substituindo o ingrediente por temperos naturais, como cominho, manjericão, alho e cebola.
  • evite ou reduza o consumo de alimentos embutidos, defumados, fritos e preparados na churrasqueira;
  • inclua leguminosas, sementes, grãos e cereais integrais à alimentação;
  • evite o consumo de refrigerantes e sucos industrializados.

Fique de olho na balança

Como já falamos, a obesidade é um fator de risco bastante significativo para diversos tipos de câncer.

Para ter uma referência sobre o seu peso, é possível calcular o seu IMC, Índice de Massa Corpórea, tendo apenas duas informações: o seu peso e a sua altura. A fórmula é bastante simples: IMC= peso / (altura x altura). O resultado pode ser analisado pela seguinte escala:

< 18,5 = Baixo peso;

≥ 18,5 e < 25 = Peso adequado;

≥ 25 e < 30 = Sobrepeso

≥ 30 = Obesidade

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o IMC é uma das principais referências para a classificação das faixas de peso. Porém, ter apenas o IMC dentro da faixa recomendada não é uma garantia de estar saudável. Para ter uma boa avaliação, é preciso considerar outros fatores, como taxa de colesterol e circunferência abdominal.

Consultar um médico e realizar exames de rotina é a melhor forma de prevenir e tratar problemas relacionados ao peso.

Evite o consumo de bebidas alcoólicas

Desde os anos 80, existem estudos que relacionam o consumo de bebidas alcoólicas ao câncer de mama. Por meio de pesquisas, ficou comprovado que o consumo de álcool favorece os chamados “cânceres receptores positivos de estrogênio”, que são tumores que dependem desse hormônio para crescer.

Recomenda-se que as mulheres evitem o consumo, ou pelo menos o excesso, desse tipo de bebida, principalmente se tiver histórico familiar da doença.

Não fume

As pessoas costumam associar o tabagismo apenas ao câncer de pulmão, mas esse perigoso vício está relacionado a diversos tipos da doença, inclusive ao câncer de mama.

Uma pesquisa publicada em 2014, pela Sociedade Americana do Câncer, mostrou que mulheres de até 44 anos que fumam mais de um maço de cigarro por dia há mais de dez anos, têm um risco 60% maior de desenvolver o tipo mais comum de câncer de mama.

Esse é um excelente motivo e incentivo para abandonar o hábito de fumar, não é mesmo?

Tenha cautela com a reposição hormonal

Durante a pós-menopausa, muitas mulheres buscam tratamentos por meio de reposição hormonal. De fato, isso pode ajudar a lidar com os incômodos sintomas que surgem durante esse período.

Porém, é preciso compreender que o uso prolongado de estrogênio e progesterona pode aumentar os riscos de desenvolver o câncer de mama. O tratamento de reposição hormonal deve ser prescrito e acompanhado por um médico especialista. Além disso, a atenção aos exames preventivos deve ser redobrada.

Faça exames de rotina

Como foi citado, os hábitos saudáveis podem evitar até 30% dos casos de câncer de mama, mas ainda assim não existe uma maneira de prevenir a doença por completo.

Por isso, é muito importante que exames preventivos sejam realizados com regularidade, com o objetivo de detectar a doença o mais precocemente possível e aumentar as chances de sucesso do tratamento.

De acordo com a recomendação do Instituto Nacional do Câncer, as maneiras mais eficazes de diagnosticar a doença precocemente são: o exame clínico das mamas e a mamografia.

Toda mulher também pode realizar o autoexame das mamas, que consiste em apalpar e tatear as mamas, verificando se há a existência de nódulos ou de qualquer tipo de alteração.

É importante lembrar que o autoexame não é recomendado pelo INCA como uma técnica isolada de detecção do câncer de mama, por duas razões: não é eficiente para detectar tumores pequenos, que estejam no estágio inicial, e não pode diagnosticar de fato um câncer, pois cerca de 80% dos nódulos mamários são benignos.

A dica é unir a consulta médica, o exame clínico, a mamografia e o autoexame da mama, para ter mais segurança na prevenção e diagnóstico.

5. Mamografia: a importância do diagnóstico do câncer de mama

A mamografia é um tipo de exame radiológico que tem como objetivo específico a análise das mamas. Sem dúvidas, essa é a melhor técnica para a detecção precoce da doença, pois as imagens captadas podem apresentar tumores ainda muito pequenos, de apenas 1 milímetro, que não seriam detectados em outro tipo de exame.

Com qual idade fazer o exame?

De acordo com a cartilha “Câncer de mama: precisamos falar sobre isso” publicada pelo Ministério da Saúde e pelo INCA, em 2016, o recomendado é que mulheres que têm entre 50 e 59 anos de idade realizem a mamografia preventiva a cada dois anos.

Porém, não existe um consenso absoluto sobre essa recomendação e alguns profissionais podem identificar a necessidade da realização deste exame em diferentes idades.

O ideal então é conversar com o seu médico, falar sobre o seu histórico familiar e seus hábitos de vida. Ele poderá tranquilizá-la a respeito das suas dúvidas sobre a mamografia e orientá-la sobre quando começar a realizar o exame.

Como funciona a mamografia?

É recomendado que o seu exame seja marcado na semana seguinte da menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis. Isso tornará o exame menos doloroso.

No dia do exame, é importante que você não utilize nenhum tipo de produto que possa atrapalhar a captação das imagens, como cremes, talcos e desodorantes. A técnica de radiologia posicionará a mama sobre o suporte, para obter as imagens. Você precisará segurar o ar por alguns segundos, enquanto a radiografia é captada.

Para garantir a boa resolução das imagens, é preciso comprimir as mamas, por isso, o exame pode ser um pouco desconfortável, mas não se preocupe: o tempo de realização é rápido e o nível de radiação ao qual você será exposta é bastante baixo.

Na verdade, a mamografia é uma grande aliada da saúde da mulher e deve ser vista como tal. Não tema ou evite esse exame!

6. Tratamentos para o câncer de mama

O tratamento do câncer de mama dependerá de diversos fatores subjetivos, como idade do paciente, condições de saúde, estágio da doença e características do tumor. Quanto mais precoce o diagnóstico, menos invasivo será o tratamento e maiores serão as chances de cura.

Os tratamentos são classificados em: local, sistêmico, adjuvante e neoadjuvante. Entenda cada um deles.

Tratamento local

Como o nome já diz, o tratamento local, ou terapia local, consiste em tratar o tumor apenas em sua área de origem, com o objetivo de não afetar os demais órgãos do corpo. No caso do câncer de mama, o tratamento local geralmente é realizado quando o tumor é diagnosticado no seu estágio inicial. O tratamento local do câncer de mama pode contemplar a cirurgia, a radioterapia e a reconstrução mamária, de acordo com a necessidade de cada paciente.

Tratamento sistêmico

O tratamento sistêmico contempla a administração de drogas que atacam as células do câncer, seja via oral ou diretamente pela corrente sanguínea. A quimioterapia, a hormonioterapia e a terapia biológica são exemplos de tratamentos sistêmicos.

Tratamento adjuvante

Em alguns casos, os pacientes que passam pela cirurgia da mama podem precisar de um tratamento adjuvante, para destruir as células cancerígenas remanescentes e evitar uma recidiva. O tratamento adjuvante pode contemplar a quimioterapia, a hormonioterapia ou a terapia-alvo.

Tratamento neoadjuvante

Em alguns casos, é preciso atacar as células do tumor antes mesmo da intervenção cirúrgica, com o objetivo de reduzi-lo, para que a cirurgia seja o menos invasiva possível. O tratamento neoadjuvante pode contemplar a quimioterapia ou a terapia hormonal.

7. Mitos e verdades sobre o câncer de mama

Basta fazer o autoexame

Mito. Há alguns anos, as campanhas de prevenção davam ênfase à possibilidade de realizar o autoexame das mamas. De fato, esse exercício de autoconhecimento é bastante importante e pode auxiliar no diagnóstico precoce da doença.

Por outro lado, criou-se um mito bastante arriscado e muitas mulheres passaram a acreditar que apenas o autoexame bastava para prevenir e diagnosticar o câncer de mama, o que não é verdade.

O autoexame não é capaz de detectar tumores muito pequenos, em fase inicial ou que encontram-se em determinadas regiões. O ideal é aliar esse hábito às visitas regulares ao seu médico, aos exames clínicos e à mamografia.

Próteses de silicone podem causar câncer

Mito. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as próteses de silicone não causam câncer, nem sequer aumentam a probabilidade de desenvolvimento da doença.

Na realidade, as próteses de silicone podem ser bastante úteis para os tratamentos estéticos em cânceres de mama que exigem procedimentos cirúrgicos para a retirada do tumor, atuando diretamente na autoestima de mulheres acometidas pela doença.

Mulheres que amamentam têm menos chances de desenvolver a doença

Verdade. Quando uma mulher amamenta, as células mamárias multiplicam-se menos, diminuindo o risco de desenvolvimento da doença. Além disso, mulheres que amamentaram, que menstruaram a primeira vez mais velhas (menarca tardia) e que tiveram filhos antes dos 30 anos de idade também têm menos chances de serem diagnosticadas com o câncer de mama, pois foram menos expostas aos hormônios de seu organismo.

Desodorante pode causar câncer

Mito. Essa polêmica surgiu há alguns anos na internet e viralizou, gerando muitas dúvidas e especulações, mas é um mito. Não existem estudos científicos que comprovem ou que ao menos relacionem o uso de antitranspirantes ao câncer de mama.

O que pode ocorrer é a obstrução de glândulas sudoríparas localizadas nas axilas, mas sem qualquer relação com as glândulas das mamas ou com o câncer.

Obesidade pode aumentar o risco de desenvolver câncer de mama

Verdade. Isso acontece porque o tecido gorduroso tende a aumentar os níveis de estrogênio no organismo da mulher. Por esse motivo, é importante manter um peso saudável.

Mágoa, estresse e raiva podem causar câncer de mama

Mito. Existe uma crença popular a respeito da relação entre o estresse, mágoas e traumas com o desenvolvimento do câncer de mama. Isso não é verdade.

Embora esses sentimentos possam causar males à saúde e a qualidade de vida, como depressão, transtornos compulsivos e crises de ansiedade, não existe nenhum estudo que comprove a relação entre eles e qualquer tipo de câncer.

Traumas ou pancadas podem causar câncer de mama

Mito. Na realidade, um forte trauma, como uma pancada em um acidente de carro, pode causar a formação de uma massa benigna na mama, mas não um câncer. O que pode acontecer, de fato, é a detecção de um tumor que já estava desenvolvido em seu corpo, após a realização de exames relacionados ao trauma.

Agora que você conhece os sintomas, os tratamentos e as formas de prevenção do câncer de mama, é hora de adotar hábitos mais saudáveis! Cuide bem do seu corpo e da sua saúde. Aproveite para conversar sobre esse assunto com suas amigas, irmãs e filhas. Espalhe essas informações e incentive a prevenção do câncer de mama.

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Sobre Blog BEM SAUDÁVEL

Este blog é uma iniciativa da Unimed Belém e, o seu conteúdo, é voltado para orientar e inspirar pessoas que buscam uma vida mais saudável, feliz e equilibrada.

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