Asma e Bronquite: entenda as diferenças e como tratá-las

A chegada das estações mais frias do ano e as mudanças bruscas de temperatura fazem aumentar o número de pacientes que sofrem com os sintomas de várias doenças respiratórias, entre as quais destacam-se a asma e a bronquite.

Por serem patologias que acometem as vias aéreas e que possuem sintomas parecidos, muitas pessoas costumam confundir os quadros de asma e bronquite, acreditando se tratar de um mesmo problema.

Assim, para esclarecer todas as suas dúvidas e explicar como é feito o diagnóstico, o tratamento e a prevenção de ambas as doenças, preparamos este artigo especial sobre asma e bronquite.

Vamos apresentar a definição, as causas, os sintomas e os procedimentos relacionados ao combate da asma e da bronquite, de modo que você possa diferenciar uma condição da outra.

Além disso, vamos identificar os fatores de risco responsáveis pelo agravamento das crises dessas doenças, ensinando quais são as atitudes saudáveis essenciais para garantir a qualidade de vida e o bem-estar de toda a família.

Na primeira parte do nosso artigo, vamos falar sobre a asma. Boa leitura!

VEJA TAMBÉM NOSSOS EBOOKS:
Check-list: o que fazer antes de começar uma atividade física?
Guia completo para emagrecer com saúde
Guia das vitaminas e minerais
Guia prático sobre vacinação
Guia prático para ter uma gravidez tranquila e saudável 

1. O que é a asma?

A asma pertence ao grupo das doenças respiratórias, tais como as gripes e os resfriados, que se manifestam devido à inflamação dos bronquíolos, que são as menores vias aéreas dos pulmões.

A inflamação observada na asma é, na verdade, uma hiperresposta alérgica ocasionada por um estímulo ambiental, que causa uma reação chamada broncoespasmo. Nesse fenômeno, os bronquíolos contraem-se e tornam-se mais estreitos, causando a obstrução das vias respiratórias e desencadeando uma reação sufocante.

A asma normalmente se manifesta ainda na infância. Porém, o surgimento do quadro não tem relação exclusiva com a idade, podendo acometer desde crianças até pessoas na terceira idade.

Outra característica importante da doença são sintomas recorrentes, episódicos. Ou seja, em um dia a pessoa acorda sem sintomas e bem, mas no outro pode ter uma crise. Sendo assim, há possibilidade de remissão, completa ou temporária. Ou seja, a asma pode desaparecer totalmente ou desaparecer e voltar a se manifestar ao longo da vida do paciente.

Para entender melhor essa questão, é preciso esclarecer quais são as causas da asma.

1.1. Causas

A asma é uma doença de causa indeterminada. Entretanto, os cientistas descobriram traços genéticos que estão relacionados com a reação inflamatória do sistema respiratório à presença de agentes externos contidos no ar que é aspirado, tais como fumaça, pólen, poeira ou ácaros.

Devido à hiper-estimulação causada por esses materiais, o pulmão da pessoa com asma reage de forma exagerada e repetitiva, entendendo os agentes externos como agressões excessivas e desencadeando a resposta inflamatória que é, na verdade, uma tentativa de defesa do nosso organismo.

Durante as crises de asma, a observação dos sintomas é fundamental para esclarecer o diagnóstico da doença, diferenciando-a da bronquite e de quadros de pneumonia ou outras infecções respiratórias.

1.2. Sintomas

Considerando os sintomas das doenças respiratórias em geral, a asma se destaca pela sensação de sufocamento experimentada pelos pacientes durante uma crise.

Essa é a chamada respiração sibilante, na qual é percebido um assobio a cada vez que o ar entra e sai dos pulmões do paciente.

A dificuldade para respirar apresentada pelas pessoas que atravessam uma crise de asma, quando extrema, é acompanhada por lábios roxos ou azulados, sudorese intensa, dificuldade para falar e ansiedade ou pânico extremos.

Além da falta de ar, uma crise de asma pode ser caracterizada por quadros de tosse seca, rouquidão e tiragem intercostal.

O diagnóstico da asma é baseado na observação dos sintomas respiratórios apresentados pelo paciente durante a consulta, conforme você verá a seguir.

1.3. Como diagnosticar

A maior queixa dos pacientes asmáticos é, sem sombra de dúvidas, a dificuldade para respirar e a falta de ar.

Nesse sentido, o foco da atenção da equipe médica deve estar sobre a reação do paciente ao contato com agentes reconhecidamente causadores de crises asmáticas, como a fumaça, a poeira ou o pólen.

Nos dias muito frios, também é comum observar o desencadeamento de crises de asma em pacientes já atendidos pela equipe médica devido a essa condição. Além disso, é comum que os sintomas de asma sejam piores à noite ou pela manhã.

Por ter uma evolução incerta, que varia de uma pessoa para outra, é normal testemunhar, na clínica médica, crises de asma caracterizadas por períodos mais graves intercalados com períodos de remissão dos sintomas.

O resultado de exames, como o raio-X do pulmão, e a avaliação da capacidade de trabalho dos pulmões durante as trocas gasosas, na espirometria, complementam o diagnóstico da asma.

É preciso considerar todas essas características para que o tratamento da asma possa alcançar os melhores resultados possíveis, como vamos explicar melhor agora.

1.4. Tratamentos

A asma é uma doença que não tem cura. Por isso, o seu tratamento é baseado na remissão dos sintomas e na diminuição do processo inflamatório, por meio da utilização de medicamentos especificamente desenvolvidos com essa finalidade.

De maneira geral, tratam-se de anti-inflamatórios hormonais (chamados de corticoides) e de broncodilatadores, os quais possuem a função de combater os sinais inflamatórios e de aumentar o calibre dos bronquíolos, respectivamente. Os anti-inflamatórios são a primeira linha de tratamento, ou seja, os responsáveis por tratar a doença. Já os medicamentos broncodilatadores servem para aliviar a falta de ar do paciente, sendo usados normalmente apenas quando há necessidade, ou seja, em demanda.

Os remédios podem ser administrados por via oral, por inalação ou com a aplicação de injeções subcutâneas. Eles podem ser usados tanto para evitar as crises quanto para controlar os sintomas, uma vez que o quadro asmático tenha se instalado.

Há alguns anos, um grupo de cientistas americanos constatou que a cafeína tem um efeito positivo sobre os sintomas da asma, ajudando a aliviar a sensação de falta de ar.

Segundo os pesquisadores, uma xícara de café ou de chá forte pode trazer um conforto momentâneo aos pacientes, mas não substitui o uso da medicação adequada.

Agora que você já conhece bem todos os aspectos relacionados ao diagnóstico, às causas, aos sintomas e ao tratamento da asma, vamos falar sobre a bronquite. Acompanhe com atenção e procure identificar as principais diferenças entre elas!

2. O que é a bronquite?

A bronquite é definida como uma inflamação dos brônquios, também chamados de vias respiratórias superiores. Ela pode ser classificada como bronquite aguda ou bronquite crônica, dependendo da duração do quadro sintomático.

Na bronquite aguda, a inflamação das vias aéreas pode durar algumas horas ou dias, sendo que todos os sintomas podem desaparecer em um intervalo de até 20 dias, desde que o paciente seja submetido ao tratamento adequado.

Já na chamada bronquite crônica, a inflamação dos brônquios é persistente, ocasionando sintomas muito parecidos com a asma, por esse motivo, há confusão comum entre as duas patologias.

A bronquite crônica é uma doença progressiva, pertencente a um grupo chamado de DPOC — doenças pulmonares obstrutivas crônicas. Quando o paciente não é acompanhado por uma equipe médica, seu prognóstico é bastante ruim, chegando a colocar a função pulmonar em sério risco.

Vamos continuar a diferenciação entre os quadros de bronquite aguda e bronquite crônica, explicando as causas relacionadas a cada uma delas.

2.1. Causas

A bronquite aguda é causada pela contaminação do organismo por um agente infeccioso, que pode ser um vírus, uma bactéria ou, até mesmo, um fungo.

Já a bronquite crônica é causada pela irritação contínua da mucosa respiratória devido à ação irritante e alergênica de agentes externos, tais como o mofo, a fumaça, a poeira, os ácaros e a poluição do ar em ambientes de trabalho mal ventilados ou nas ruas das grandes cidades.

Nesses casos, a agressão constante ao tecido dos brônquios desencadeia um processo de lesão e posterior cicatrização, o que leva ao estreitamento das vias respiratórias, causando a falta de ar e os demais sintomas da bronquite, sobre os quais falaremos agora.

2.2. Sintomas

De maneira geral, os sintomas da bronquite incluem secreção nasal intensa, irritação da garganta, tosse e falta de ar.

A bronquite aguda é caracterizada pela tosse persistente, que pode ser acompanhada de catarro ou não, observada ao longo de uma semana a 20 dias.

A febre não é um dos sintomas da bronquite aguda e orienta a diferenciação entre essa patologia e os casos de pneumonia.

Na bronquite crônica, por sua vez, o que se observa é a produção intensa de catarro e uma falta de ar mais marcante, que causa chiado durante a respiração e leva o paciente a queixar-se de cansaço e de dores pelo corpo.

Mais uma vez, o diagnóstico da bronquite é feito com base na observação do tipo, da frequência e da intensidade dos sintomas. É sobre esse assunto que falaremos agora.

2.3. Como diagnosticar

Os sintomas da bronquite são comumente observados nos períodos mais frios do ano, seja no outono ou durante o inverno.

Em relação à bronquite aguda, os médicos consideram a persistência dos sintomas e a infecção por vírus ou bactérias, comprovada por exames, para diferenciar esse quadro dos quadros de bronquite crônica.

Nesses casos, assim como nos pacientes asmáticos, é comum a realização do raio-X e de um exame chamado espirometria, que serve para avaliar a capacidade respiratória dos pulmões.

Embora a falta de ar seja um sintoma comum na bronquite crônica e na asma, é possível fazer a diferenciação entre as duas patologias e realizar o tratamento adequado dos pacientes graças ao estudo sobre as causas que determinaram as afecções respiratórias.

Além do fato de ser mais comum em crianças, a asma não é uma doença progressiva. Já a bronquite crônica é uma doença progressiva que acomete de forma mais considerável os pacientes adultos ou idosos, em sua maioria fumantes. Isso porque na bronquite há destruição do parênquima pulmonar e formação de fibrose, impedindo que as partes afetadas voltem a ventilar. Na asma, esse processo é reversível, visto que não há remodelamento da via aérea, apenas a sua constrição.

Na asma, a tosse é seca e raramente acompanhada de catarro. Já na bronquite aguda ou crônica, a expectoração persistente é sempre observada.

Para finalizar a diferenciação entre a asma e a bronquite, vamos apresentar os principais procedimentos relacionados ao tratamento da bronquite.

2.4. Tratamentos

Quando a bronquite aguda é causada por bactérias, a utilização de antibióticos é a base do tratamento, que pode seguir com a administração de medicamentos para aliviar a tosse e os outros sintomas.

Já nos casos de bronquite viral, o uso de antibióticos é desnecessário, devendo o paciente ser medicado com os remédios que combatem a tosse, a irritação da garganta e assim por diante.

Na bronquite, uma vez que as vias aéreas apresentam um estreitamento devido à inflamação, também é possível fazer uso dos broncodilatadores para alívio, assim como nos quadros de asma.

Entretanto, nos casos mais graves de bronquite crônica, quando a agressão à mucosa respiratória já causou muitos danos aos pulmões, os broncodilatadores perdem o efeito, visto que há destruição brônquica, sendo mais difícil promover a recuperação dos pacientes.

Nesse sentido, o combate aos fatores que podem levar ao agravamento dos quadros de asma e bronquite é muito importante.

Vamos explicar melhor essa questão agora, na próxima seção do nosso artigo. Confira!

3. Quais são os fatores de risco que agravam os quadros de asma e bronquite?

Ao longo dos anos, a comunidade médica concluiu, com base nos achados científicos, que os seguintes grupos são mais propensos a desenvolver asma e bronquite:

  • as pessoas que apresentam quadros de obesidade;
  • os fumantes passivos;
  • as pessoas expostas a fumaça ou poluição constantes;
  • as crianças que foram geradas por mães fumantes;
  • as pessoas que trabalham em minas e outras atividades que produzem poeira excessiva;
  • as pessoas que atuam em lavouras, fábricas ou outros ambientes nos quais há contato com certos produtos químicos;
  • os recém-nascidos com baixo peso;
  • os pacientes que apresentam quadros de refluxo gastroesofágico.

Em todas essas situações, é comum perceber que existe a ação de um ou mais agentes externos que dificultam o pleno funcionamento do sistema respiratório ou expõem o organismo das pessoas à ação de substâncias prejudiciais.

Também é comum a ocorrência de uma situação chamada de asma induzida por exercício, na qual o quadro de broncoespasmo é desencadeado pelo esforço feito pelo paciente durante ou após a prática de atividades físicas intensas, como a corrida ou o ciclismo.

Normalmente, trata-se de pessoas que já são diagnosticadas como asmáticas e que, devido às exigências respiratórias do exercício realizado, acabam por experimentar os sintomas desencadeados pelo estreitamento das vias aéreas.

Nos dias frios, esse problema pode ser ainda maior. De qualquer forma, o uso dos broncodilatadores pode evitar ou reduzir as crises asmáticas durante a prática esportiva, a qual deve ser mantida, pois promove a boa saúde.

Entretanto, o maior fator de risco para a asma e bronquite é muito conhecido pela grande maioria da população: o hábito de fumar.

3.1. Os prejuízos do cigarro para a saúde

O hábito de fumar é um dos mais nocivos para o organismo. O cigarro contém centenas de substâncias sabidamente prejudiciais para a saúde, que podem causar desde problemas circulatórios e infarto até câncer, entre outros problemas graves. Além disso, suas substâncias irritantes promovem a inflamação das vias aéreas, pré dispondo o aparecimento de doenças como a DPOC e a asma.

Os males do cigarro afetam tanto os fumantes quanto quem convive com eles, sendo ainda mais nocivos quando os fumantes passivos são bebês, crianças ou idosos.

Diante de todas essas informações, e devido ao agravamento da saúde, muitas pessoas querem parar de fumar e adotar um estilo de vida mais saudável.

Porém, essa é uma tarefa extremamente desafiadora, devido à dependência causada pela nicotina e demais substâncias presentes no cigarro.

Nesse sentido, o atendimento de uma equipe multidisciplinar de saúde, formada por médicos, psicólogos, enfermeiros e educadores físicos, pode fazer toda diferença para aquelas pessoas que querem abandonar o hábito de fumar.

Na verdade, o acompanhamento médico é fundamental não apenas nos casos de pacientes fumantes, mas em todas as situações nas quais a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar encontram-se ameaçados.

Com a orientação dos profissionais de saúde e a adoção de atitudes simples, é possível evitar as doenças e conquistar mais longevidade.

Por isso, vamos finalizar nosso artigo falando sobre a prevenção da asma e da bronquite. Confira e tire todas as suas dúvidas!

4. Como evitar essas e outras doenças respiratórias?

A prevenção das crises de asma e bronquite começa com o combate dos fatores de risco que acabamos de mencionar aqui, os quais são responsáveis por desencadear ou agravar os sintomas.

No caso da asma, é fundamental evitar a exposição do paciente aos agentes externos sabidamente causadores de episódios inflamatórios, com atenção especial para a poeira, os ácaros e a fumaça de cigarro. Desse modo, em quartos de criança, por exemplo, deve-se evitar a presença de cortinas, bichos de pelúcia e tapetes, além de promover sua limpeza com pano úmido diariamente.

A convivência com fumantes também é um agravante para os casos de bronquite aguda e crônica e deve ser evitada.

Na verdade, o cigarro é o responsável direto não apenas pela piora nos sintomas de asma e bronquite, mas também pelo aparecimento de outras doenças respiratórias como enfisema pulmonar e câncer de pulmão.

Além disso, para evitar a bronquite, é importante dar atenção para a higiene das mãos durante os períodos nos quais as infecções respiratórias estão em alta, como no inverno e nos dias mais frios e secos do outono.

Dessa forma, é possível diminuir o risco da contaminação por vírus e bactérias que causam, além da bronquite, gripes, resfriados e pneumonia.

A natação é reconhecidamente um esporte que favorece a preservação da capacidade respiratória e melhora os sintomas da asma e bronquite. No entanto, como o cloro pode ser prejudicial para o organismo, deve-se nadar em piscinas que não utilizam cloração, além de garantir o acompanhamento médico, para evitar qualquer complicação.

Em se tratando de cuidar da saúde, é preciso evitar os fatores de risco que comprometem a saúde como um todo, pois, na maioria das vezes, é como diz o velho ditado: “é melhor prevenir que remediar”.

4.1. A importância da prevenção

Nos dias atuais, a rotina agitada e a falta de cuidados simples com a saúde estão contribuindo para o adoecimento da população.

É visível o aumento dos casos de doenças relacionadas à falta de cuidados preventivos, tais como a hipertensão, o infarto, a obesidade, a diabetes e o câncer.

Por outro lado, a pressão por bons resultados no trabalho e o medo da violência contribuem para o aumento dos casos de depressão e ansiedade, levando pessoas cada vez mais jovens a buscar ajuda médica e tentar reverter os quadros de estresse.

Até mesmo as doenças que possuem um componente emocional, como asma, bronquite, alergias e a fibromialgia afetam um número crescente de pessoas.

Por isso, é cada vez mais importante reconhecer a importância da manutenção de hábitos saudáveis, pois o cuidado diário com a saúde nunca foi tão importante como na atualidade.

4.2. Hábitos saudáveis que devem ser cultivados diariamente

Além dos cuidados importantes para garantir a prevenção das crises de asma e bronquite, existem atitudes que podem ser colocadas em prática todos os dias, as quais favorecem a saúde como um todo.

Em relação aos hábitos alimentares, é preciso seguir uma dieta equilibrada, que garanta o acesso a todos os grupos de nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo, entre vitaminas, sais minerais, proteínas, carboidratos e gorduras.

Também é preciso manter o corpo sempre muito bem hidratado, mesmo nos dias mais frios do inverno ou do outono.

Beber bastante água ao longo do dia promove vários benefícios, tais como o auxílio para a perda de peso e a preservação da suavidade e firmeza da pele.

A prática regular de exercícios é mais uma das atitudes essenciais quando o objetivo é prevenir doenças e cuidar da saúde. E, para quem faz atividades físicas com regularidade, a dica sobre a hidratação é ainda mais importante.

Modalidades esportivas como a corrida, a natação, a musculação e o futebol diminuem o risco do aparecimento de diabetes, câncer, osteoporose e hipertensão, além de ajudarem a reduzir os níveis de estresse e ansiedade.

Além das atividades físicas e da boa alimentação, manter uma visão positiva da vida também é uma atitude saudável que você pode colocar em prática, seja vivenciando bons momentos com os amigos e a família, seja apreciando livros, filmes e uma boa música.

4.3. Viver bem para viver muito

Com o cultivo de hábitos saudáveis, você poderá manter as doenças bem longe, enquanto aproveita a vida ao lado de quem você ama.

E assim chegamos ao final do nosso artigo especial sobre as principais diferenças entre asma e bronquite e sobre a essência da abordagem dessas patologias.

Com o conteúdo que compartilhamos aqui, será mais fácil identificar os sintomas tão logo as crises comecem, sabendo que é preciso buscar a orientação médica para esclarecer dúvidas e ter mais segurança durante todo o tratamento.

Assim, você poderá cuidar da sua saúde e de toda a família, combatendo os fatores de risco que favorecem as doenças respiratórias e cultivando hábitos saudáveis.

Nesse sentido, é muito importante buscar dicas qualificadas sobre bem-estar e qualidade de vida.

Gostou de conhecer as diferenças entre asma e bronquite? Quer se manter sempre bem informado? Assine a nossa newsletter e tenha acesso a um conteúdo especializado em saúde, nutrição, prática esportiva e muito mais!

Powered by Rock Convert

Sobre Blog BEM SAUDÁVEL

Este blog é uma iniciativa da Unimed Belém e, o seu conteúdo, é voltado para orientar e inspirar pessoas que buscam uma vida mais saudável, feliz e equilibrada.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *